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Regulamentação do designer, a favor ou contra?

By No_score ED on February 25, 2008

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Tags: design, brasil
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Discussion (2)

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No_score ED who agreed, says

A regulamentação esta sendo tentada desde 1979. Ela já teve diversas formas de apresentação. O que todo mundo deve por na cabeça, é que ela vai sair APENAS se houver interesse político. São lá os deputados que devem gerar a lei que nos regulamentará.

Para que isso aconteça mais rápido, deveria existir uma união ou uma maior representatividade das nossas associações ou com a sociedade ou com os políticos.

Como eu disse 1979. é tempo. digo isso, para deixar vcs cientes como foi que muita gente tentou e acabou desistindo. Muita gente boa, cansou. Eu considero isso importante ser mencionado. Imaginem a cena de vc se esforçando por todos aqueles que fazem e teoricamente amam o que fazem. Mas chega um momento que olha pro lado e não vê ninguém.
Foda. Nossa desunião é foda.

Agora temos que analisar a atualidade: profissionais não formados e formados trabalhando na área de design + profissionais de outras áreas trabalhando com design.

Outras coisas que ainda existem entre a gente é a crença que isso tudo é por dinheiro. O dinheiro está incluso, mas é apenas um item. Não o principal.

Coloco aqui um pedaço do texto do heleno almeida + uns comentários meus:
1) A possibilidade de termos um piso salarial mínimo (que normalmente é estipulado por Conselhos Federais para outras profissões). Só isso já seria um gigantesco avanço no sentido de tornar a profissão respeitada por empresas de comunicação, indústrias e pelo Governo Federal; - Aqui esta a grana. Toda a profissão tem isso. TODA. è assim que funciona. Pergunte qq não designer…

2) Diminuição da invasão de profissionais de outras áreas no Design. O arquiteto que projeta móvel, e não casas e prédios (!). O jornalista que não escreve texto, mas é bom diagramação (!); - temos ainda concerteza diversos outros exemplos (que são discutidos aos montes nas comunidades )

3) Todos trabalhariam com o mesmo custo, e caberia ao cliente escolher por portfolio qual o melhor profissional a atendê-lo (!) e qualidade seria o critério, não o preço; - Aqui um ponto importante. Levando o raciocínio ao conjunto total de empresas e instituiçoes de ensino, estaríamos incentivando o estudo técnico. Tudo melhora em efeito cascata.

4) Preço justo ao trabalho executado. Normalmente vejo muitos alunos se decepcionarem ao ingressarem no mercado de design com pseudo-profissionais de design que cobram R$50 por uma marca, quando o preço real é 50 vezes esse valor. Elaboração e adoção de tabela de preço único. - Hoje em dia temos muitas TABELAS DE REFERÊNCIA DE VALORES. Referência, só mesmo. Acho que isso é pouco abordado nas instituições. Mas minha crítica aqui vai mais para o afastamento que as instituições parecem demonstrar da sociedade. Mas isso é assunto pra depois… AÇÔES…

5) Maior participação do designer nas empresas no sentido da valorização profissional e da clara inserção no mercado de trabalho, com sua função definida por um conselho profissional; - Alguém já viu alguma vez na Discovery o pragrama RIDES? Sempre mostra todo o trabalho e a participação do designer, da criação ao dia da entrega do produto final. Um processo é colocado.

6) O cliente poderia denunciar o mal profissional a entidade de classe que defenderia a ética, o trabalho e qualidade do que é oferecido em termos de Design a problemas de comunicação e produtos; - é aqui que chegamos a um ponto importante. Responsabilidade técnica.

http://design.com.br/blog/regulamentacao-da-profissao-de-designer/

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Votado ;)

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